A violência continua a assustar a população acreana. Não bastassem os frequentes assaltos, furtos e brigas que assolam a grande maioria dos municípios, um clima de terror invade também os centros das cidades.
Essa guerra civil, não declarada, que apenas recentemente ceifou a vida do jovem Fabrício e da secretária parlamentar Ana Eunice de forma brutal e sanguinária, por pouco não fez outras três vítimas fatais em Rio Branco.
A vereadora Jaqueline, do PSDB de Feijó, ia para uma consulta médica na sede da Unimed, no bairro do Bosque quando, qunado foi abordada por um ladrão. Jaqueline, que estava acompanhada da mãe, Francisca das Chagas, e do filho Antônio, foi forçada a assistir a uma cena estarrecedora: ver um revolver encostado no pescoço do rapaz e o marginal exigir a entrega de um cordão de ouro sob pena de matá-lo em plena calçada .
A quase tragédia felizmente não se consolidou, mas provocou desespero na família. Dona Francisca teve que ser socorrida e medicada. Pedir socorro à polícia como se, as nossas polícias civil, militar e o corpo de bombeiros trabalham no limite, sem estrutura adequada, falta de armamentos e outros insumos necessários ao exercício da profissão.